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Vendedor de lanches faz vakinha para poder pagar as contas após ter venda afetada pela pandemia

Há mais 10 anos o vendedor ambulante de lanches, conhecido popularmente como Francisco da merenda, de Santa Quitéria, vendia para funcionários de uma fábrica de calçados sua mercadoria. No entanto, a pandemia de COVID-19  e consequentemente o decreto de isolamento social, fez com que o empreendimento demitisse mais de mil funcionários, afetando diretamente a renda do trabalhador informal.

Todos os dias, Francisco acordava às 3h, preparava seus produtos e embarcava empurrando seu carrinho mais de 2,5km até a fábrica. De acordo com o vendedor, desde abril, mês em que as pessoas foram demitidas, o faturamento das vendas de salgados, café, tapioca e bolo, caiu em torno de 70%, dando apenas adquirir os produtos do dia seguinte e alimentação para família.

O ambulante complementava a renda realizando rifas e bingos, durante a noite, para pagar uma parte da faculdade de dois filhos que cursam odontologia em Sobral. “Com a venda da merenda eu não conseguia manter os compromissos da faculdade deles ,então fazia rifa, bingos e trabalhava praticamente dia e noite  para comprar os matérias do curso, além de pagar  mensalidades e aluguel. quem me conhece sabe da minha luta, para dar uma vida melhor aos meus filhos”, completou.

A solução encontrada pelo Francisco da Merenda foi fazer uma vakinha online para ajudar pagar as contas atrasadas e manter vivo o sonho de ver os dois filhos formados como dentistas.

Clique aqui e vá para a Vakinha do Francisco da Merenda.
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/preciso-de-voce-ajude-me
Você pode doar diretamente nas seguinte contas:

Conta Caixa
Francisco das Chagas André Camelo
Agência: 4484
Operação: 013
Conta: 6571-0

Conta Banco do Brasil
Antônio Carlos Lopes Camelo
Agência: 0532-0
Conta: 19258-9
Operação: 051

Banco do Bradesco
Raimundo Matheus Lopes Camelo
Agência: 0724-2
Conta: 1005492-3

Da Redação do Ipu Post
Diretor-geral: Jardel Pessoa

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